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Revendo Clássicos: Tomb Raider e o início da Era Croft

Ultimamente (para ser exata,  há alguns anos) me bateu uma fortíssima nostalgia no que tange aos jogos que me diverti ou esquentei minha cabeça na infância. Logo, busco separar um tempo para voltar a joga-los e sentir toda aquela sensação que tinha quando pequena. Aliás, uma delas é Tomb Raider. Sempre fui uma criança apaixonada por história e mitologia desde pequena, com ênfase em arqueologia.

Indiana Jones e Lara, além do meu pai, foi um dos fatores onde estudei por anos para entrar na faculdade de Museologia ou Arqueologia. Porém, com poucos recursos/valorização do governo para a área no país e o cursos, além da carga horária + distância do local de estudo para Museologia, além da falta de Arqueologia no meu estado, me fizeram deixar para, quem sabe um dia, estudar como hobby. Porém, nunca deixei a minha paixão apagar e sempre estou envolvida nesse universo de cultura e conhecimento. Para vocês terem noção, arqueologia é uma das profissões que mais gosto em World of Warcraft, mas isso é papo para outros artigos. Trago para vocês um pouco da História do jogo lançado em 1996 de forma mais pessoal, como sempre.  Pretendo fazer isso a cada “viagem no tempo” que fizer nos jogos que marcaram minha vida, ok?

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Lara Croft é uma personagem icônica do mundo dos games e disso, já sabemos. Protagonista de Tomb Raider, acabou se tornando um pilar para a Eidos, sendo capa de revista que todas as empresas desejariam estar no lugar dela, no ano de lançamento do jogo,  principalmente por ser considerada uma revolução nos jogos de aventura e em 3D (não citemos os “erros” dos polígonos desta vez, porque todos sabem, certo?). Aliás, ela é considerada assim até hoje, pelo menos em minha ótica, porque continua formando uma trilha de apaixonados por games que começaram pelas aventuras da arqueóloga mais queridinha do mundo.

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Ao que me recordo jogando novamente os clássicos da “saga TR” como gosto de chamar, vemos uma Lara cansada de sua educação pomposa inglesa, no qual abandonou sua vida de lady para viver aventuras perigosas. Então, sendo contratada por uma dessas magnatas riquíssimas, tem a missão de recuperar um artefato de um templo em ruínas em nossa América do Sul, conhecida como “Scion”. O problema todo é que esta poderosa magnata tem um bando de capangas que estão atrás de você e a sua missão não era bem capturar um artefato, mas recuperar uns dos diversos escondidos em várias tumbas ao redor do mundo.

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Se você gosta de mitologia e nunca jogou Tomb Raider 1, com certeza vai se apaixonar pelo fato de ser trabalhado o universo da cidade perdida. Sim, Atlântida, onde aquela magnata riquíssima na verdade é uma criatura desta cidade e tem um plano maligno, no qual quem ela contratou sempre está um passo a frente e poderia estragar tudo.  A missão dela é reunir esses fragmentos, para assim libertar um exército de mutantes e gerar um tremendo caos por toda a Atlântida.  Porém, sabemos que a Lady Croft sempre está preparada, concordam?

É  gostoso de mergulhar e relembrar que na sua infância você sofria um pouco jogando Tomb Raider clássico. Com diferentes animais predadores e outros tipos de criaturas, além dos capangas que você deveria tomar cuidado, sua paixão por história vendo os cenários como templos gregos, esfinges egípcias e outros locais deixava ainda mais emocionante, fora ser uma protagonista do sexo feminino, no qual acabava me idem ficando quando pequena. Aliás, matar é apenas uma parte da diversão enquanto você controla Lara Croft, já que seus pluzzes são bem conhecidos e complicados, além de explorar tumbas secretas  que deixa qualquer um de cabelo em pé usando como pode sua lógica e as vezes pode ser tediosa, não podemos negar.

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Se você sente saudade de jogos nesse nível de nostalgia que presenciou nos dias atuais, recomendo a comprar pela Steam Tomb Raider clássico e reviver toda essa atmosfera desafiadora, exploratória e maravilhosa. Agora se você está se aventurando nos clássicos, tenha paciência pois naquela época nada era fácil e os gráficos do jogo eram avançados naquele tempo. Curta a trilha sonora, pegue sua pipoca, seu joystick ou teclado e seja feliz com a nossa Larinha inicial <3.

Yuuko Kitsune

Yuuko Kitsune é uma elfa paladina viciada em comida japonesa. Amante de diversas culturas antigas e entusiasta da cultura pop, em especial a oriental. Dentre Quadrinhos, Livros e Desenhos, é uma bem chata em suas escolhas pessoais no que envolve jogos.

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