Hey, Yuuko!
Games Reviews

Overwatch – Um jogo VICIANTE e extremamente Divertido

Olá, queridos!
Na semana que se passou, rolou um stress test para poucos sortudos  de Overwatch. O jogo, que é mais do que um grande negócio para a Blizzard, está criando um hype muito grande, seja dentro da própria comunidade de fãs da ~nevasca~ tanto quanto na comunidade gamer. Overwatch é sua primeira tentativa de um jogo de tiro que sai do papel, se assim posso dizer.

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Confesso que apesar de ser extremamente contagiada com todos os anúncios e interações incríveis simulando como se todo o universo fosse real pelas redes sociais, carregava comigo um certo tipo de ceticismo.  Como vocês bem sabem, estou ativa na comunidade de Heroes of the Storm desde o alpha, sempre acompanhando os erros e acertos, gerando conteúdo e “cuidando” da comunidade como um todo pelo Girls of the Storm. E justamente pelas experiências que tive no Alpha ainda fechado na época, me fez ter um ´pouco de pé atrás para saber como a Blizzard estava andando com seu novo jogo, mas vamos lá?

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O plano inicial era jogar aqueles dois dias como se não houvesse amanhã para trazer uma visão particular sobre o que tive do jogo. Em vez disso, eu fiquei extremamente ~chorosa~ quando o teste acabou, já que não possuo o Beta e simplesmente estava me divertindo horrores com meus amigos e até sozinha. Parabéns Blizzard, me tornei mais uma dependente de mais um de seus belíssimos produtos.

Devo levar em consideração de que Overwatch ainda está em desenvolvimento e ainda não tive uma experiência tão profunda quanto, levando horas, dias e quem sabe meses jogando para trazer algo para vocês, porém as minhas primeiras impressões e a visão que tive do jogo no máximo que aproveitei dele é bem positiva.

Overwatch simplesmente tem uma execução incrível: o design, o som, a jogabilidade e as interações entre personagens são praticamente polidas e bem executadas, bem feitas.  Um verdadeiro shooter de encher os olhos até de quem não está tão familiarizado com o estilo ou se sente intimidado por ele.  Sei que pareço suspeita para falar, porém é puramente verdade.  Cada combate é emocionante, traz alegria, apesar de que no início pareça tudo ser uma loucura insana pois você está conhecendo o jogo pela primeira vez e não está habituado com suas diversas habilidades e seus múltiplos botões.

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Seus personagens são tão profundos quanto outros das franquias da Blizzard que conhecemos. Como sempre, nossa querida ~nevasca~ acertando em cheio na construção/ elaboração dos mesmos.  Joguei com praticamente todos os personagens de todas as classes, mesmo feedando por ainda não saber jogar com alguns deles e já tenho os meus favoritos, dentre eles Bastion, uma espécie de robô “construtor”, onde ele pode até mesmo virar uma torre completamente “fofa” e mortífera, Zenyatta, um monge-robô ou algo similar que aplica buffs e “debuffs” super úteis e efetivos dentro de campo. Também não posso deixar de mencionar o Lúcio, que é de longe o que mais queria jogar e conhecer, não só por ele representar meu país, mas simplesmente porque ele é incrível, suas mixagens, seus “easter eggs” me deixam animada e sua interação com a Tracer que já me faz imaginar um futuro casalzinho, o que não vem ao caso falar, hehe.

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Em muitos jogos, quem carrega a função de tanque e suporte normalmente se aborrecem por tamanha responsabilidade que carregam em suas costas todo o tempo, o que não é o caso de OverWatch. O único personagem no qual eu me aborreci de verdade em questões de jogabilidade foi o Roadhog, talvez pelo pouco tempo que tinha para jogar, mas simplesmente me deixou estressada e aborrecida em campo, talvez também por questão de falta de afinidade, não sei. O futuro vem aí e poderei testar novamente, quem sabe.

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Particularmente não sou uma pessoa voltada ao FPS, por mais que eu goste bastante de alguns jogos do gênero e me esforce o suficiente para ter a diversão garantida com eles. Deste tipo prefiro jogar em consoles, talvez pela comodidade, mas como isso não foi possível no meu Xbox, todos os meus testes foram no PC mesmo.  E justamente por não ser uma pessoa tão apegada ao FPS como sou para outros gêneros, posso dizer que o tutorial foi muito bem estruturado, trazendo-me um certo tipo de segurança e aprendizado fácil nas habilidades básicas para compreensão da jogabilidade de Overwatch.  Após o treinamento e encarando divertidamente player vs player comigo, virei em um momento o “Play of the Game” no final, com múltiplas mortes insanas como replay, sendo assistido por todos os jogadores e sendo votada pelas equipes. Achei isso tão incrível e é algo que não estou tão familiarizada.  Tive os meus minutinhos de destaque, quem não gosta, né?

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Mãe, tô brilhando no OW. UM BEIJO, MÃE!

 

Falando assim, até parece que tudo é um mar de rosas. Meu querido, tive muitas derrotas, porém OW consegue me encorajar mesmo perdendo para que prossiga até o fim.  No final, o tipo de votação de Melhor jogador da Partida é legal e gosto mundo, pelo fato de que leva em consideração vários detalhes, como se alguém destacou por melhor cura, assistência, dano, defesa e por aí vai. E convenhamos, é ótimo votar e levar em consideração todo o esforço de um jogador, sendo ele da sua equipe ou não. Isso cria uma sensação maravilhosa para a comunidade e faz valer ali que a partida foi maravilhosa para ambos, concordam?

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Muitos reclamam de certa forma dizendo que o jogo é um pouco “lento” comparado a outros do gênero. Creio que isso seja de personagem para personagem e não o jogo em si como um todo, afinal de contas quem faz o jogo é o jogador e sua habilidade para com o personagem.  Um exemplo é a Tracer, que tem um kit baseado em velocidade, traçadas rápidas pelo mapa e agilidade, enquanto Zarya já é um tipo de personagem mais cautelosa, tem um dano alto mas é um saco controlar sua lentidão e sua vida, mesmo sendo um tanque. Ou por exemplo melhor, é a Widowmaker, que sendo uma sniper, toda sutileza e cuidado para não ser detectada é pouco e uma verdadeira perícia em tiro único no alvo é amplamente necessária.

Advinha quem quer essa Skin da Zarya? Sim,  quem vos fala.

Advinha quem quer essa Skin da Zarya? Sim, quem vos fala.

 

Falando em questão de lore, muitos estão espantados e surpresos, como se fosse algo novo, mas o que seria da Blizzard sem lore em suas franquias por trás de tudo? Isso enriquece, traz conhecimento, nos faz criar um laço e um afeto tanto com a história do jogo, quanto aos personagens e nos fideliza, principalmente, a ela. O que me preocupa de fato é como seria o desenvolvimento de sua história de fato, sendo que não há um Singleplayer aparentemente e acompanhar curtas me parece pouco.  Pode ser louco, mas não descarto que a ~nevasca~ esteja com essa ideia em mente para construir dentro de OW. Acredito que se ela chegar a planejar algo assim, valeria ainda mais a pena o dinheiro que provavelmente pagarei para ter a edição Origins, afinal de contas iria enriquecer ainda mais o jogo e só traria ainda mais benefícios quanto ao conhecimento de lore, o envolvimento da história e sua comunidade como um todo.  Pense nisso, minha querida Blizz que  será só …

AMÉM? Amém.

AMÉM? Amém.

Bem queridos, essa foi a análise que tive jogando um pouco do que pude naquele dia. Prometo que assim que tiver o beta aberto e/ou o jogo comprado em mãos,  irei trazer mais conteúdos sobre a nova franquia da Blizzard e principalmente uma Review definitiva (logo, essa não terá avaliação) , ok?

Um grande /hug nesses corações lindos que são os de vocês e até a próxima!

Deixo para vocês um Gameplay do Alpha Apache para se divertirem:

Yuuko Kitsune

Yuuko Kitsune é uma elfa paladina viciada em comida japonesa. Amante de diversas culturas antigas e entusiasta da cultura pop, em especial a oriental. Dentre Quadrinhos, Livros e Desenhos, é uma bem chata em suas escolhas pessoais no que envolve jogos.

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